Uruguai vai oferecer terceira dose da Pfizer a todos os vacinados com CoronaVac

Uruguai vai oferecer terceira dose da Pfizer a todos os vacinados com CoronaVac

15:00 - Segundo Ministério da Saúde do país, aplicação será feita de forma escalonada, pelo menos 90 dias após a segunda dose

O Ministério da Saúde Pública do Uruguai anunciou nesta quarta-feira que todos os vacinados contra a Covid-19 com duas doses da CoronaVac poderão receber uma terceira dose do imunizante da Pfizer/BioNTech.

Com base na recomendação da comissão de vacinas que assessora o governo, o Ministério "aprovou o fornecimento de uma terceira dose da vacina contra a Covid-19 a todas as pessoas que receberam o esquema primário com a vacina CoronaVac do laboratório Sinovac", informou em um comunicado.

“Será feito de forma escalonada, com a plataforma da Pfizer, pelo menos 90 dias após o recebimento da segunda dose da vacina CoronaVac”, acrescentou.

No Brasil, o Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira que encomendou uma pesquisa para analisar a efetividade de uma terceira dose para quem tomou CoronaVac. O estudo é realizado em parceria com a Universidade de Oxford e o resultado deve começar a ficar pronto em novembro. A pesquisa também ajudará a analisar a mistura de doses fabricadas por diferentes laboratórios.

Na terça-feira, o Ministério da Saúde Pública do Uruguai havia anunciado a aprovação de uma terceira e até quarta dose de vacina contra Covid-19 para pessoas com imunossupressão moderada e grave.

Com quase cinco meses de campanha de vacinação, o Uruguai tem 72% de sua população vacinada com pelo menos uma dose contra a a doença, enquanto 61% está com o esquema completo.

Junto com as altas taxas de imunização, o país registra desde junho uma queda acentuada nas infecções, mortes e hospitalizações em unidades de terapia intensiva por Covid-19.

O país de 3,5 milhões de habitantes registrava 2.404 casos ativos até quarta-feira, uma queda acentuada em relação ao pico alcançado no final de maio, quando chegou a ter cerca de 37 mil pessoas com a doença.

Da mesma forma, após se manter por várias semanas como a nação com mais mortes diárias em relação à sua população, nos últimos sete dias o país registrou em média seis mortes diárias pela doença.

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