Produção agroindustrial tem retração

Produção agroindustrial tem retração

Entre os alimentos de origem vegetal houve variação negativa de 7,8%, influenciada, segundo o FGV Agro, pelo encolhimento na atividade de refino de açúcar. Entre os não-alimentícios, houve queda de 2,2% na média ponderada, com destaque negativo para as reduções verificadas nas áreas de produtos florestais (9,5%), de biocoinbustíveis (5,8%) e de Borracha (1,3%).

O índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro), calculado pelo Centro de Estudos em Âgronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro), voltou a registrar variação negativa em julho, determinada por retrações tanto no grupo formado por produtos alimentícios e bebidas quanto na área de produtos não-alimentícios. Conforme levantamento recémconcluído, a queda em relação ao mesmo mês de 2018 foi de 2,8%.

O indicador é calculado com base em dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF)do IBGE e nasvariações do índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), da taxa de câmbio e do índice de confiança do Empresário da Indústria de Transfonnação(ICI)da FGV. No grupo de produtos alimentícios e bebidas, a baixa foi de 3,3%, puxada sobretudo pelas bebidas, cuja produção recuou 8%.

Entre os alimentos de origem vegetal houve variação negativa de 7,8%, influenciada, segundo o FGV Agro, pelo encolhimento na atividade de refino de açúcar. Entre os não-alimentícios, houve queda de 2,2% na média ponderada, com destaque negativo para as reduções verificadas nas áreas de produtos florestais (9,5%), de biocoinbustíveis (5,8%) e de Borracha (1,3%).

No acumulado dos primeiros sete meses de 2019, a pequena variação positiva que dava o tom até junho por causa do forte avanço de maio no mesmo mês de 2018 houve a greve dos caminhoneiros, daí a alta expressiva desbotou e o resultado passou a ser negativo (0,3%), por causa dos produtos não-alimentícios (queda de 1,3%) e apesar da alta de 0,5% entre os produtos alimentício e bebidas O FGV Agro ressalvou que os resultados das agroindústrias seguem melhores que os da indústria em geral, cuja produção recuou 1,7% de janeiro a julho deste ano na comparação com igual intervalo de 2018, pressionada pelos reflexos dós problemas enfrentados pela Vale no desempenho da indústria extrativa.

E os resultados das agroindústrias poderiam ter sido melhores, não fosse a menor produção física no segmento sucroalcooleiro, como apontaram os recuos recentes observados para biocombustíveis e refino de açúcar.

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