OMS avalia mais vacinas contra a covid-19

OMS avalia mais vacinas contra a covid-19

A diretora-geral assistente da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mariângela Simão, mencionou hoje “boas notícias” sobre vacinas na fase final de testes e que começam a ser avaliadas pela entidade global, em meio à persistente pandemia de covid-19.

A Covaxin, da Bharat Biotech da Índia, que está no centro de uma polêmica tentativa de compra pelo governo brasileiro, poderá receber o resultado final da avaliação da OMS na primeira quinzena de setembro.

Por sua vez, a chinesa Sinopharm de Wuhan começou a ser examinada pelo grupo de cientistas da OMS. A Sinopharm de Pequim já recebeu neste ano a autorização para uso de emergência.

Também outra vacina chinesa, a CanSino, do Instituto de Biotecnologia de Beijing, começou a ser examinada pela OMS. Assim como a versão indiana da Novavac. Em setembro começará a avaliação da vacina da Sanofi, da França.

A Sputnik V, da Rússia, continua em exame na OMS. Nesta quarta-feira, as autoridades russas comemoraram o primeiro aniversário do registro da Sputnik V e deflagraram uma campanha para demonstrar que sua vacina tem um dos melhores indicadores de segurança e eficácia contra a covid-19.

A campanha menciona estudos do Ministério da Saúde da Rússia, segundo os quais a Sputnik teria eficácia epidemiológica de 83,1% contra a variante delta.

Segundo os russos, dados de vacinação em massa da Argentina, Bahrein, Hungria, México, Emirados Árabes Unidos, Rússia, Sérvia e Filipinas confirmariam a ausência de eventos indesejáveis graves relacionados, incluindo trombose cerebral (TVC) ou miocardite.

Atualmente, a Sputnik V está registrada em 69 países. O Fundo soberano russo, que coordena a produção da vacina, diz ter feito acordo de fabricação da Sputnik V com mais de 20 empresas em 14 países, incluindo as maiores empresas da Índia, China, Coreia do Sul, Argentina, México e vários outros países.

Por outro lado, Mariângela Simões reitera que já tinha afirmado ao Valor em meados de julho, de que até agora não há evidencia científica sobre a eficácia de terceira dose de vacinas contra a covid-19

www.prensa.cancilleria.gob.ar es un sitio web oficial del Gobierno Argentino