OCDE adia análise de entrada do Brasil

OCDE adia análise de entrada do Brasil

A reunião dos países-membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Economico (OCDE) para analisar os pedidos do Brasil e outros cinco países para começar a negociar a adesão à entidade acabou sem resultado, ontem em Paris.

A reunião dos países-membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Economico (OCDE) para analisar os pedidos do Brasil e outros cinco países para começar a negociar a adesão à entidade acabou sem resultado, ontem em Paris.

Os países-membros vão continuar as discussões no dia 25 de setembro, quando eventualmente poderá haver convite formal para Brasil, Argentina, Peru, Croácia, Romênia e Bulgária. `O conselho teve uma discussão construtiva país por país sobre potencial processo de adesão.

Estamos fazendo progressos e o processo continuará em setembro`, diz comunicado da entidade, após a reunião. Fontes pareciam confusas na interpretação do `jogo embolado no meio do campo` entre os países-membros da OCDE.

Alguns viram reticência dos EUA e Israel, principalmente, mas também de alguns outros países, sobre convite imediato. Mas isso seria levando em conta o processo em geral, e não um país candidato isoladamente. Segundo outras fontes, na rodada de discussões sobre o Brasil, os que falaram se manifestaram a favor da entrada brasileira.

Na primeira parte da sessão no conselho da OCDE, os EUA não falaram, o que é interpretado pela prática da entidade como um sinal de que aceitava o que estava sendo discutido. A preocupação era sobre o calendário das negociações e seu impacto no trabalho da entidade. Um processo de adesão passa pelos vários comitês da OCDE, que se reúnem três vezes ao ano, em média, e não podem se ocupar basicamente da entrada de novos membros.

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