Ministério da Saúde fecha compra de mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer

Ministério da Saúde fecha compra de mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer

20:04 - Previsão de entrega aponta que 35 milhões de doses chegarão só em outubro

O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira que fechou contrato para importar mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer, batizada de Comirnaty. As doses, no entanto, só começarão a chegar em setembro. Do montante, 35 milhões devem ser entregues só no mês seguinte.

"O Ministério da Saúde informa que já assinou o contrato com a Pfizer e aguarda a assinatura do laboratório. Cabe ressaltar que há uma diferença de fuso horário, já que a sede da empresa está na Bélgica. A expectativa da pasta é receber as 100 milhões de doses contratadas a partir de setembro de 2021", diz a nota divulgada pela pasta.

A expectativa do ministro Marcelo Queiroga é imunizar metade da população brasileira com essa vacina ainda neste ano. Mais cedo no Palácio do Planalto, o cardiologista afirmou que a compra já havia sido autorizada:

— Ontem, como prova disso, o presidente da República autorizou mais uma compra de 100 mi de vacinas da Pfizer. Essas vacinas serão entregues ainda esse ano. Mais de 30 milhões no mês de setembro e as demais até dezembro.

Ao todo, o governo federal já contratou 200 milhões de doses da Comirnaty. A primeira remessa, com 1 milhão de vacinas, chegou ao país em 29 de abril. Como esse imunizante deve ser armazenado a temperaturas muito baixas, de -15°C e -25°C, só foi distribuído para as capitais, já que nem todos os municípios possuem resfriadores apropriados.

Com 1,1 milhão de doses, o segundo lote começou a ser distribuído na última segunda-feira. A previsão é que as vacinas referentes ao primeiro acordo, assinado em março, sejam entregues até setembro. As pessoas com comorbidades, incluindo gestantes e puérperas, e pessoas com deficiência permanente.

Cada pessoa deve ser receber duas doses. O intervalo recomendado pela fabricante é de 21 dias entre eles, mas o governo adotou 3 meses com base em estudos realizados no Reino Unido.

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