Em fórum sobre o clima, Argentina pede mais prazo para pagar o FMI

Em fórum sobre o clima, Argentina pede mais prazo para pagar o FMI

13:17 - “Ou globalizamos a solidariedade ou globalizamos a indiferença”, afirmou Alberto Fernández

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, levantou nesta sexta-feira a necessidade de o país ter melhores condições de financiamento para enfrentar a crise climática e pediu um prazo mais amplo para quitar as dívidas com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

O pedido de Fernández foi feito ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante o Major Economies Forum on Energy and Climate (MEF), organizado pela Casa Branca para convencer os países a adotarem metas mais ambiciosas antes da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (CoP26).

“A possibilidade de eliminar sobretaxas e estender os prazos de pagamento é fundamental para a Argentina, nas atuais circunstâncias de estresse sanitário, financeiro e ecológico”, disse Fernández durante o encontro.

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, levantou nesta sexta-feira a necessidade de o país ter melhores condições de financiamento para enfrentar a crise climática e pediu um prazo mais amplo para quitar as dívidas com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

O pedido de Fernández foi feito ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante o Major Economies Forum on Energy and Climate (MEF), organizado pela Casa Branca para convencer os países a adotarem metas mais ambiciosas antes da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (CoP26).

“A possibilidade de eliminar sobretaxas e estender os prazos de pagamento é fundamental para a Argentina, nas atuais circunstâncias de estresse sanitário, financeiro e ecológico”, disse Fernández durante o encontro.

Pressionado por uma crise política após a derrota nas primárias legislativas no último domingo, Fernández disse hoje que os US$ 57 bilhões repassados pelo FMI à Argentina em 2018 foram praticamente equivalentes ao montante que a entidade liberou para 85 países durante a pandemia, o que torna a dívida argentina “insustentável”.

“Uma crise tripla – pandemia, mudança climática e dívida – atinge fortemente países de renda média como a Argentina”, disse Fernández. “Ou globalizamos a solidariedade ou globalizamos a indiferença. É essencial que a transição climática e energética seja justa.”

*El Cronista faz parte da Red Iberoamericana de Periodismo Económico (RIPE).

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