Em Davos, Guedes se reúne com um ´PIB´ de US$ 660 bi

Em Davos, Guedes se reúne com um ´PIB´ de US$ 660 bi

Desafio do ministro agora, avaliam investidores, é aprovar reformas

Depois de se reunir, no Fórum Econômico Mundial de Davos, com executivos de pesos-pesados da economia global, o ministro da Economia, Paulo Guedes, volta ao Brasil com a missão de dar andamento à agenda do governo para retomar o crescimento. Somados os faturamentos das empresas e instituições financeiras com que ele se encontrou apenas em reuniões bilaterais, seria o equivalente a mais de US$ 660 bilhões quase o Produto Interno Bruto (PIB) da Suíça, anfitriã do Fórum, que foi de US$ 678 bilhões em 2017. Ou 30% do PIB brasileiro. Entre as empresas cujos executivos se encontraram com Guedes estão Visa, IBM e BBVA, entre outras.

Investidores garantem que Guedes deixa Davos com um voto de confiança, de que o Brasil voltará ao radar da comunidade financeira internacional, com grandes oportunidades de negócios. Até Jamie Dimon, diretor executivo do banco JPMorgan, teria feito questão de prestigiá-lo, disseram executivos que participaram de reuniões.

Ontem, em almoço oferecido pelo Bank of America, o ministro reforçou sua determinação de implementar reformas. Ele destacou o programa de privatizações que está sendo montado pelo governo e as medidas a serem tomadas para desburocratizar a economia e reduzir a carga tributária.

Era o que os investidores queriam ouvir. Mas, se Guedes passou no primeiro teste, falta agora a prova final.

-E preciso ver, agora, como se dará a relação com o Congresso. E o governo precisará muito do apoio dos parlamentares para aprovar as reformas disse o executivo de uma grande empresa da área de petróleo. Nos próximos dias, Guedes terá de sair em campo para convencer parlamentares e governadores sobre a importância de aprovar as reformas.

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