Economia do Brasil perde força e ameaça Argentina

Economia do Brasil perde força e ameaça Argentina

Para UBS, no Financial Times, 'esfriamento' pode afetar ainda mais 'a vizinha menor'

O Wall Street Journal noticiou a manutenção dos juros no Brasil ouvindo, de diferentes analistas dos bancos de investimento:

“Os mercados estão se dando conta de que as coisas não estão tão bem quanto pensávamos... A economia está mais fraca do que se pensava... O desemprego não caiu.”

E o Financial Times noticiou “a maior queda” em quatro anos na bolsa de Buenos Aires ressaltando, da análise do banco UBS:

“O Brasil, um dos maiores parceiros comerciais da Argentina, enfrenta crescentes desafios domésticos, e um esfriamento em sua atividade impactaria a vizinha menor”.

Em suma, traduziu o jornal financeiro, agora a Argentina também “tem que lidar com o enfraquecimento dos mercados no Brasil”.

Ilustração da Economist para a invasão latino-americana da Rússia</p>
<p> Foto: Reprodução

‘REDENÇÃO’

A nova Economist, com a ilustração, mostra a Rússia invadida por latino-americanos "buscando redenção no campo de futebol" para os seus problemas, da economia à criminalidade.

Na capa, a revista traz o favorito para a eleição de domingo no México, o esquerdista Andrés Manuel López Obrador, e se diz "preocupada"’, mas deseja "boa sorte".

PRESSÃO

Por sites como New York Times, a Reuters noticiou a prisão do ex-secretário de “Geraldo Alckmin, presidenciável centrista com um dígito nas pesquisas”.

Antes mesmo da prisão, a Bloomberg despachou a reportagem “Cresce pressão sobre centrista de baixo desempenho para abrir caminho”. Mas alertou que Alckmin, “principal candidato do establishment”, não deverá “desistir por moto próprio”.

ATAQUE AÉREO

Num dos textos mais lidos do Guardian, reproduzindo o vídeo acima, “Adolescente brasileiro morre após helicóptero da polícia metralhar favela”.

‘SECOND SUN’

No FT, “Disputa sobre novela lança luz no tratamento dado a negros brasileiros”, uma longa reportagem sobre “Segundo Sol”, cujo elenco “é mais de 80% branco num Estado, a Bahia, que é 80% negro”.

Ouve de Kabengele Munanga, professor congolês da USP, que “o racismo à brasileira é diferente daquele institucionalizado dos EUA: É o racismo de fato”. Não sendo admitido, “é difícil de combater”.

‘MARROM’

Por mídia social (acima) e sites como Bento.de e Deutsche Welle, alemães discutem se um pacote de salsichas ironizando o 7 a 1 é "racista".

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