Déficit fiscal nos EUA pressiona emergentes, que já correm à China

Déficit fiscal nos EUA pressiona emergentes, que já correm à China

Déficit fiscal nos EUA pressiona emergentes, que já correm à China No Financial Times, `Banco Central do Brasil intervém após real enfraquecer para o menor valor em dois anos`.

Déficit fiscal nos EUA pressiona emergentes, que já correm à China No Financial Times, `Banco Central do Brasil intervém após real enfraquecer para o menor valor em dois anos`. Adotada `para conter queda maior`, a ação `sublinha as pressões que os emergentes enfrentam com o dólar`. O Wall Street fournal foi pela mesma linha, citando ainda a greve dos caminhoneiros.

Também na home do FT, reportagem sobre o impacto da greve nos investidores ouve, da gestora BlackRock: `Tudo remonta ao dólar, que pressionou todos os emergentes, e as rachaduras começaram a aparecer, algumas maiores`.

Uma terceira reportagem no FT, com foto dos caminhoneiros, informou que o `fluxo de saída` de aplicações nos emergentes, em maio, foi o maior em um ano e meio. E enfatizou que o dólar sobe porque o BC americano passou a elevar juros, o que era esperado; mas também porque passou a emitir títulos `para financiar o déficit fiscal resultante dos cortes de impostos de Trump`. Análise do WS! acrescentou que os emergentes são tão afetados devido ao comércio de commodities, ligado ao dólar.

Por fim, uma quarta reportagem no FT destacou que a Argentina, primeira a entrar em crise, já `corteja a China`. O chefe de gabinete relatou que o presidente Maurício Macri vai `tentar ampliar o acordo de troca com a China que o governo anterior deixou`. O acordo, como registrou a agência chinesa Xinhua e reproduziu o FT, `permite pagamento em uma moeda pelo montante equivalente na outra, para facilitar o comércio bilateral`. Sem dólar.

CHINA SOBE, BRASIL DESCE

O site Américas Quarterly, da organização Américas Society, de Nova York, destaca o crescimento da influência externa na América do Sul, `uma mudança dramática de sorte, para o Brasil em particular`. Afirma que `hoje as melhores oportunidades para os líderes regionais influenciarem a situação na Venezuela não estão mais nas cúpulas regionais do Mercosul e da Unasul, mas em encontros bilaterais em Pequim, Moscou ou Washington`.

Conclui que no futuro os `historiadores verão esta crise como um tremendo revés na longa busca da América do Sul para cuidar dos seus próprios assuntos`. fadiga NovapesquisaPewlevantou que `sete em dez americanos`, 68%, se sentem `esgotados pela quantidade de notícias que recebem`.

Noutras palavras, `só três em dez afirmam gostar`. O que o instituto chama de fadiga de informação é maior entre os republicanos, apoiadores de Trump, alcançando 77%, contra 61% entre os democratas. wsj & trump O WS! anunciou a saída de seu editor-chefe, Gerard Baker, ressaltando o crescimento de circulação que obteve. O NYT, que Baker `enfrentou questionamentos na Redação, sobre a cobertura da administração Trump`, que teria sido `muito leve`.

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