China acelera expansão e diz aos EUA: Somos iguais agora

China acelera expansão e diz aos EUA: Somos iguais agora

Bloomberg adianta que economia chinesa deve anunciar crescimento anualizado de 18,5% no primeiro trimestre

No alto do Caixin, com a imagem abaixo, "Exportações e importações da China se recuperam, impacto da pandemia se esvai". E na Bloomberg, "Forte comércio da China indica economia global em recuperação", acrescentando, no texto:

"Dados a serem anunciados na sexta-feira [16] devem mostrar que a segunda maior economia do mundo expandiu um recorde de 18,5% no primeiro trimestre, em relação a um ano antes."

Já o Wall Street Journal destacou, no site e na capa impressa, a extensa reportagem "Mensagem da China para a América: Somos iguais agora".

Ouve autoridades dos dois lados, lista as várias iniciativas de Joe Biden contra Pequim e destaca um comentário de Jeffrey Bader, que trabalhou nos governos Obama e Clinton, também democratas:

"Quanto mais você afirma que não é um poder em declínio, menos convincente você é."

ESTÍMULO
O South China Morning Post chegou a levar à manchete o alerta de que o "Estímulo de Biden pode adicionar combustível ao fogo" do conflito bilateral, porque ampliaria ainda mais o superavit chinês, que deu início à guerra comercial por Trump.

E o WSJ levou ao alto da home que a "Inflação acelerou em março" nos Estados Unidos, "marcando o início do que muitos economistas esperam ser muitos meses de aumentos nos preços".

KERRY EM XANGAI
SCMP e outros chineses noticiam a visita do enviado de Biden a Xangai, o ex-secretário de Estado John Kerry. Entrevistado pelo WSJ, ele disse que os EUA não vão ceder em questões econômicas em busca do acordo sobre meio ambiente:

"As diferenças que temos devem ser canalizadas separadamente. Clima é questão independente. Trata-se da sobrevivência do planeta."

BIDEN IMPROVISA
New York Times e Washington Post esconderam, mas WSJ e russos como o Kommersant destacaram que Biden ligou para Vladimir Putin e propôs um encontro de cúpula.

O jornal financeiro americano chegou a descrever como "um convite pessoal que veio no meio de uma conversa" sobre a Ucrânia. Na chamada do Kommersant, indicando que também o presidente russo teria sido pego de surpresa, "Devemos sair e conversar?".

'DIPLOMACIA DE CANHONEIRA'
Um destróier americano (acima, no Hindustan Times) entrou em águas da Índia e anunciou que o fez, sem permissão, por serem "reivindicações marítimas excessivas".

Do Jagran ao Times of India, os principais jornais indianos ecoam o mal-estar com a "ação altamente inusual" logo após a visita do secretário de Defesa americano. O TOI chegou a lembrar a "gunboat diplomacy" adotada pela mesma 7ª Frota contra a Índia, nos anos 1970.

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