Brasil quer trabalhar com nova diretora-geral da OMC para garantir comércio livre e justo

Brasil quer trabalhar com nova diretora-geral da OMC para garantir comércio livre e justo

Em nota, o Itamaraty diz que, para o Brasil, a OMC “permanece como alicerce central do sistema multilateral de comércio

O Brasil disse esperar trabalhar com a nova diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), a nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala, para garantir “um sistema de comércio internacional livre, justo, prospero e dinâmico”.

Em nota, o Itamaraty diz que, para o Brasil, a OMC “permanece como alicerce central do sistema multilateral de comércio”.

E acrescenta: “O Brasil está pronto a colaborar com a DG Ngozi Okonjo-Iweala, para fortalecer a OMC em sua missão fundamental de promover o livre comércio entre economias de mercado; estimular as reformas necessárias à Organização nos seus três pilares - negociações, solução de controvérsias e transparência; e assegurar resultados realistas e ambiciosos na 12ª Conferência Ministerial da OMC em 2021, especialmente em agricultura”.

A nota do Itamaraty diz que o Brasil “continuará trabalhando por um sistema multilateral de comércio com regras que favoreçam a prosperidade econômica e a geração de renda e empregos para os brasileiros”.

A nova diretora-geral foi confirmada hoje pelos 164 países-membros da OMC. Ela vai substituir o brasileiro Roberto Azevêdo que partiu com um ano de antecedência e assumiu a vicepresidência da PepsiCo.

Okonjo-Iweala é a primeira mulher e a primeira africana a comandar a OMC. Ela assumirá o cargo no próximo dia 1º de março. Seu mandato, que pode ser renovado, expira no dia 31 de agosto de 2025.

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