Brasil irá a reunião sobre crise venezuelana em Lima

Brasil irá a reunião sobre crise venezuelana em Lima

Depois de presidir a reunião que suspendeu a Venezuela do Mercosul por rompimento dos princípios democráticos, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, participa hoje, em Lima, de uma reunião de paíse s d a região para dis- cutir o agravamento da situação no país governado por Nicolás Maduro. A iniciativa do governo do Peru faz parte da estratégia de pressionar Caracas perante a comunidade internacional. O encontro foi convocado no dia 30, após a realização das eleições da Assembleia Constituinte, convocadas por Maduro.

Depois de presidir a reunião que suspendeu a Venezuela do Mercosul por rompimento dos princípios democráticos, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, participa hoje, em Lima, de uma reunião de paíse s d a região para dis- cutir o agravamento da situação no país governado por Nicolás Maduro. A iniciativa do governo do Peru faz parte da estratégia de pressionar Caracas perante a comunidade internacional. O encontro foi convocado no dia 30, após a realização das eleições da Assembleia Constituinte, convocadas por Maduro.

Em nota, o Itamaraty informou que o governo brasileiro aproveitará a reunião para `reiterar o entendimento` que levou à suspensão da Venezuela do Mercosul, com base na cláusula democrática contida 110 Protocolo de Ushuaia. `Ressaltará também que as últimas ações do governo de Maduro, como a convocação de uma Assembleia Constituinte ilegítima, confirmaram, uma vez mais, a ruptura da ordem democrática no país vizinho.`

O Brasil defenderá que os países enviem uma mensagem de solidariedade ao povo venezuelano, `demonstrando o compromisso inabalável da região com restauração da democracia, das liberdades individuais e da paz social na Venezuela, por meio do diálogo e da negociação.`

Visita. O embaixador do Brasil em Caracas, Ruy Pereira, participou ontem de uma sessão da Assembleia Nacional, comandada pela oposição. O presidente do Legislativo venezuelano, Júlio Borges, comandou a sessão, na qual os opositores repetiram que a Assembleia Constituinte convocada pelo presidente Maduro é inválida e `ditatorial`.

Os legisladores também criticaram a instalação de uma `comissão da verdade` pelo governo chavista, buscando punir ato s de violência em manifestações. Segundo a deputada Delsa Solorzano, o verdadeiro objetivo de Maduro seria promover uma perseguição aos opositores

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