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Brasil adere a sanções contra Coréia do Norte

Brasil adere a sanções contra Coréia do Norte

Brasília- O presidente Michel Temer assinou, na noite de ontem, um decreto no qual afirma que o Brasil cumprirá integralmente as determinações do Conselho de Segurança da ONU, que em agosto impôs sanções à Coréia do Norte. A punição da Organização das Nações Unidas ocorreu depois de o país realizar dois testes de mísseis balísticos intercontinentais em julho.

Brasília- O presidente Michel Temer assinou, na noite de ontem, um decreto no qual afirma que o Brasil cumprirá integralmente as determinações do Conselho de Segurança da ONU, que em agosto impôs sanções à Coréia do Norte. A punição da Organização das Nações Unidas ocorreu depois de o país realizar dois testes de mísseis balísticos intercontinentais em julho.

O decreto assinado pelo governo afirma que a decisão do Conselho de Segurança `será executada e cumprida integralmente em seus termos` A resolução da ONU diz, entre outras coisas, que `a proliferação de armas nucleares, químicas e biológicas, assim como de seus sistemas vetores, constitui ameaça à paz e à segurança internacionais` As Nações Unidas adotaram sete séries de sanções à Coréia do Norte, progressivamente severas, incluindo embargo de armas, bloqueio de ativos e proibição de importar carvão, desde que o regime norte-coreano executou seu primeiro teste nuclear, em 2006.

As últimas medidas da ONU, em 5 de agosto passado, privaram o ditador Kim long-un de exportações de carvão, ferro, minério de ferro, chumbo e pescados. Na época, a China, destino de 90% das exportações norte-coreanas, prometeu respeitar as demandas.

O decreto assinado por Temer não fala, no entanto, em algumas das mais duras sanções impostas pela ONU ao país em setembro, quando uma resolução proibiu as exportações têxteis e restringiu o envio de derivados de petróleo, num esforço para aumentar a pressão contra Pyongyang e seu programa de mísseis nucleares e balísticos, Na ocasião, a resolução também proibiu a Coréia do Norte de importar derivados de petróleo. Porém, apenas reduziu as importações de petróleo bruto ao nível dos últimos 12 meses, e limitou a importação de produtos petrolíferos refinados para 2 milhões de barris por ano. As sanções também impediram todas as exportações têxteis e proibiu os países de autorizarem novas licenças para trabalhadores norte-coreanos, duas fontes-chave de receita para o regime.

TESTES BALÍSTICOS PREOCUPAM Os testes balísticos de Pyongyang geraram preocupações em seus vizinhos, Coréia do Sul e lapão, e também nos EUA, com quem o regime de Kim long-un vem trocando ameaças há meses.

Em setembro, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que, caso fosse obrigado a defender seus aliados ou territórios, os EUA não teriam outra opção senão `destruir a Coréia do Norte` por completo.

Dias mais tarde, após Trump afirmar que Kim e os membros de seu governo não `durariam muito` o Ministério das Relações Exteriores norte-coreano afirmou que entendeu o comentário como uma declaração de guerra, obrigando a Casa Branca a desfazer o mal-entendido. Medidas da ONU têm como alvo exportações de carvão e petróleo

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