Bitcoin: França e Alemanha pedem ação conjunta do G-20 sobre criptomoedas

Bitcoin: França e Alemanha pedem ação conjunta do G-20 sobre criptomoedas

15:27 - Alerta sobre risco a investidores

Reuters

BERLIM - Os ministros das Finanças e os presidentes dos bancos centrais da França e da Alemanha pediram que as implicações políticas e monetárias das criptomoedas sejam colocadas na agenda da próxima reunião do G-20, que reúne as maiores economias avançadas e em desenvolvimento.

Em uma carta ao ministro das Finanças da Argentina, atual titular da presidência do G-20, as autoridades pediram um relatório internacional sobre as implicações das criptomoedas, um relatório do Fundo Monetário Internacional sobre suas implicações na estabilidade financeira e que se trabalhe conjuntamente em uma ação “transfronteiriça” para regulá-las.

“Acreditamos que podem surgir novas oportunidades decorrentes das moedas digitais e das tecnologias por trás delas”, escreveu o ministro das Finanças francês, Bruno Le Maire, o seu homólogo alemão Peter Altmaier, os presidentes dos bancos centrais da França, Francois Villeroy de Galhau, e da Alemanha, Jens Weidmann.

“No entanto, as criptomoedas podem representar riscos substanciais para os investidores e podem ser vulneráveis a crimes financeiros sem medidas adequadas. A mais longo prazo, riscos potenciais no campo da estabilidade financeira também podem surgir”, acrescentaram.

O bitcoin é uma moeda digital que, até agora, não está sujeita a regulações de nenhum governo ou banco central. As transações são feitas digitalmente, sem nenhum banco intermediar. Como o dinheiro em espécie, o bitcoin permite que os usuários gastem ou recebam os recursos de forma anônima, ou em grande parte anônima, através da internet. Milhares de computadores no mundo validam transações e adicionam novos bitcoins ao sistema. Existem outras moedas digitais, mas o bitcoin é a mais popular.

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