Atividade econômica da Argentina cresce pelo terceiro mês seguido

Atividade econômica da Argentina cresce pelo terceiro mês seguido

Em agosto, a atividade cresceu 1,1% ante julho, impulsionada pela melhora no setor de serviços

A redução das restrições devido à queda dos casos de covid-19 e a ampliação dos gastos públicos pré-eleições, com foco na expansão do consumo, fizeram a economia da Argentina reagir. Em agosto, a atividade cresceu 1,1% ante julho, impulsionada pela melhora no setor de serviços.

Desta forma, a economia registrou, pela primeira vez no ano, três meses consecutivos de crescimento. Com a alta de agosto, o Estimador Mensal da Atividade Econômica (EMAE) acumulou uma recuperação de 10,8%, superando, assim, o patamar apresentado em fevereiro de 2020, antes da pandemia de covid-19.

Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (21) pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), o segmento com maior crescimento em agosto foi o de serviços comunitários sociais e pessoais (+77,4% na base interanual). Em segundo lugar vieram hotéis e restaurantes (+35%), seguidos do transporte (+11,6%).

Após a divulgação dos dados oficiais, o Ministério da Economia destacou que, em agosto, todos os setores acompanhados pelo Indec registraram crescimento na base anual, o que não acontecia desde outubro de 2017, e que oito deles tiveram altas de dois dígitos.

Analistas esperam que o Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina cresça 7,8% neste ano, após queda de 9,9% em 2020, segundo um relatório divulgado pelo Banco Central no início deste mês. O governo está mais otimista. O ministro da Economia, Martín Guzmán, atualizou sua previsão de crescimento de 7% para 8% no projeto de lei para o orçamento de 2022.

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