Argentino vai comandar bolsa mais valorizada do mundo, na China

Argentino vai comandar bolsa mais valorizada do mundo, na China

09/02 Nicolas Aguzin fala em atuar como 'catalisador que conecta a China com o mundo, e o mundo com a China'

“Felicitaciones, Aguzin!!” Era o argentino Marcos Galperin, CEO da maior empresa em valor de mercado da América Latina, MercadoLibre, saudando no Twitter o também argentino Nicolas Aguzin.

Ele será, no título linkado por Galperin, “o primeiro não chinês no comando da bolsa de Hong Kong”. A imprensa em Buenos Aires festejou, de La Nación a Ámbito Financiero.

“Aguzin assumirá o comando do que é hoje a bolsa mais valorizada do mundo”, noticiou o Wall Street Journal, “desfrutando um boom de ações negociadas e emissões”.

Segundo o South China Morning Post, o executivo, “conhecido como Gucho”, foi escolhido por suas três décadas no maior banco americano, JP Morgan, inclusive como CEO na região Ásia-Pacífico.

“À medida que a economia chinesa e seus mercados seguem se abrindo, a bolsa de Hong Kong será cada vez mais relevante, atuando como catalisador que conecta a China com o mundo, e o mundo com a China”, disse o
argentino, no SCMP, com a imagem acima, da bolsa.

BIONTECH NA CHINA

Em entrevista ao financeiro chinês Caixin, o CEO da alemã Biontech, Ugur Sahin, relatou que sua vacina já está em testes na China, junto com a farmacêutica Fosun, de Xangai.

Se aprovada pelos reguladores chineses, devem ser entregues cem milhões de doses, produzidas na Alemanha e eventualmente na própria China.

SINOPHARM NA EUROPA

Em entrevista ao alemão Welt am Sonntag, o chanceler da Áustria, o conservador Sebastian Kurz, afirmou que vai procurar produzir em seu país as vacinas da China e da Rússia.

“A única coisa que importa, em relação às vacinas, é eficácia, segurança e disponibilidade”, afirmou. “Não batalhas geopolíticas.”

ELON MUSK DISTRAI

Nos EUA, o Drudge Report foi o único a destacar: “Cortina de fumaça? Compra de bitcoins pela Tesla aconteceu minutos após reclamação do governo chinês” à montadora de Elon Musk. Diferentes órgãos questionam a Tesla por problemas relatados por usuários, como baterias pegando fogo e aceleração inesperada.

O financeiro alemão Handelsblatt também procurou chamar a atenção, com ironia: “Todo mundo está falando sobre a entrada da Tesla em bitcoins, quase ninguém sobre seus problemas na China”.

ATÉ SEXTA

No New York Times (acima), "Grupos de liberdades civis pedem ao Departamento de Justiça de Biden que retire processo contra Julian Assange", do WikiLeaks. Na sexta (12) termina o prazo para o governo americano entrar com um recurso contra ele, em Londres.

Assinam, entre outros, a histórica União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) e organizações de defesa de jornalistas.

www.prensa.cancilleria.gob.ar es un sitio web oficial del Gobierno Argentino