Alta do dólar sustenta preço da soja, mas trará pesados custos à agricultura do.

Alta do dólar sustenta preço da soja, mas trará pesados custos à agricultura do.

Os produtores agropecuários vão sentir a conta salgada de s sesdesencontros nasdiscussões sobre a reforma da Previdência. A falta de uma coordenação séria pelo Planalto e o s p erc alços na s nego ciaçõ es no Congresso provocam desconfianças no mercado, que são refletidas na economia. Uma das dificuldades recai sobre o câmbio, que atingiu R$ 3,95 nesta segunda {29).

A p rime ira ímpress ão é que ess e cenário favorece o produtor. Os preços das eommoditi es não reagem no mercado externo, mas um dólar valorizado renderá mais reais nas exportações. Essa alta da moeda americana ocorre exatamente no final de colheita da soja e no período de ritmo acelerado das vendas externas.

Muitos produtores, contudo, já anteciparam as vendas e não vão se beneficiar dessa alta. Aevolução do dólarvaiafetar, e muito, os custos agrícolas. Oprodutoraindaterá gastos com a safrinha e começa a preparar a safra 2019/20 de soja. Os üisumos importados vão ficar mais caros emreais.

Mesmo os produtores mais profissionalizados, que levam na ponta do lápis custos e receitas, terão dificuldades. As importações dos princi país adubos, por exemplo, subiram 42%, em volume,no primeiro trimestre, em relação a igual período do ano passado. Os gastos em dólares, no entanto, foram63% maiores. Além deum real mais fraco, o que torna os produtos importados mais caros, o produtor terá ainda uma possível elevação dos preços dos insumos no mercado externo, principalmente por causa da alta do petróleo.

Está havendo também um aumento nos gastos com im portações de insumos agroquímicos, como inseticidas, fungieidas e herbicidas. dicam evolução, em dólares, dei5%no primeiro trimestre nesses produtos, em relação ao mesmo período de 2018. Boa parte dos agricultores está capitalizada, mas a relação de troca tem piorado. A soja, em razão dos estoques mundiais e da alta externa do dólar, temforte queda naBolsa de Chicago. O dólar index (uma comparação auma cesta de moedas) está com a maioralta em dois anos.

Dólar alto significa preços de commodities em bai>si. A safra de milho de inverno tem perspectivas de boa produção, mas sofrerá con corrência argentina externa. O setor de café não vai bem. Os preços externos estão em pa tamares baixos, eoprodutor teria muita dificuldade para assimilar novos custos de insumos provocados por altas do dólar e do petróleo. O segmento da cana se depara com baixa demanda e preços reduzidospara o açúcar no mercado internacional. Desta vez, o dólar, se conti nuar alto em relação ao real, ajudará a sustentar os preços dos produtos agrícolas exportados, mas também trará pesados custos aos produtores. As pressões são não só internas mas também externas.

Em razão dos estoques mundiais e da alta externa do dólar, soja temforte queda na Bolsa de Chicago Maumiafeion/FoUiapress

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