Acordo com russa prevê novas usinas nucleares

Acordo com russa prevê novas usinas nucleares

Memorando de entendimento da Eletronuclear com Rosatom também fala em manutenção de unidades de grande e pequena potência no Brasil

A Eletronuclear, subsidiária da Eletrobras responsável por operar as usinas nucleares brasileiras, e a russa Rosatom assinaram um memorando de entendimentos para construção e manutenção de usinas nucleares de grande e pequena potência no Brasil.

O acordo foi assinado na Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atômica, que ocorre em Viena. O memorando também prevê a extensão da vida útil das usinas nucleares em operação no Brasil, Angra 1 e 2 (RJ), além da prorrogação do fornecimento de combustível para as plantas.

Também há previsão de cooperação entre as empresas para o reprocessamento de materiais nucleares, o fechamento do ciclo do combustível nuclear e a gestão de resíduos radioativos, além da implementação conjunta de projetos de educação e treinamento no segmento nuclear.

“O Brasil é um dos principais parceiros da Rosatom na América Latina em várias áreas, principalmente no campo da medicina nuclear. Estou certo de que a assinatura do memorando nos ajudará a abrir uma nova etapa de fecunda cooperação bilateral, visto que o país tem trilhado um caminho para ampliar a participação da geração nuclear no balanço energético nacional”, comentou o diretor da unidade de desenvolvimento e negócios internacionais da companhia russa, Kirill Komarov.

Hoje, o Brasil tem 1,9 gigawatts (GW) de capacidade instalada de geração nuclear, a partir das usinas de Angra 1 e 2. Também está em construção a usina de Angra 3, prevista para entra em operação em 2026, com potência de 1,4 GW.

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